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NOTÍCIAS e ARTIGOS - INTEL

 

 

Brasileiro é o menos preocupado em fazer pesquisas na hora da compra

 

Maceió, 26 de junho de 2009 - O consumidor brasileiro é o que menos faz pesquisas para encontrar o produto mais adequado às suas necessidades quando decide trocar de computador. Uma pesquisa conduzida pela Intel em 12 países mostra que apenas 64% das pessoas ouvidas fazem algum tipo de busca por informações antes de comprar um novo equipamento.

 

O país empata apenas com França nesse quesito. Mercados maduros como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido possuem índices de pesquisas de 68%, 80% e 73%, respectivamente. “O resultado confirma uma característica da cultura do povo brasileiro, que prefere ouvir a opinião de outros consumidores e amigos a procurar uma fonte impessoal”, afirmou o diretor de marketing da Intel Brasil, Elber Mazaro.

Essa característica também pôde ser comprovada no estudo feito pela Intel, que aponta que 45% dos entrevistados fazem uso da mídia social, sendo que 18% procuram blogs e 17% dos consumidores freqüentam sites de redes sociais para procurar informações.

 

O estudo apresentado em 2009 mostra que a popularidade dos blogs como fonte de informação sobre computadores triplicou em comparação a 2008. Na pesquisa anterior, apenas 6% dos entrevistados disseram acessar blogs para suas pesquisas.  “Em mercados emergentes, as redes sociais tem bastante importância. Tanto que na Índia, México e na parte rural da China esses índices são bastante expressivos”, analisou Mazaro.

 

Outra mudança registrada na pesquisa á motivação para a compra do computador. Enquanto em 2008, os dois principais motivos que levavam o consumidor a trocá-lo eram promoções em lojas e quebra do hardware,  em 2009, a necessidade de softwares mais atuais e o desejo de ter um equipamento novo  foram as principais razões apontadas, deixando o item promoção em terceiro lugar.

 

 Apesar da média de 15 dias para a tomada de decisão para a compra de um computador, o perfil de cada pessoa é fundamental para determinar o tempo necessário antes de efetuar a compra.

 

 Os experts em tecnologia são os que mais demoram em escolher um novo computador. Em média, eles levam 21 dias antes de fazer a compra e 16% afirmaram que o motivo que os levam a comprar um equipamento é o tempo de uso de seu PC anterior. Dentre os pesquisados, os experts são os que mais freqüentam sites como fórum de discussão e o que mais compra no varejo.

 

Já os consumidores pragmáticos levam apenas seis dias para decidir pela compra. O principal motivo alegado seria a necessidade de rodar softwares atuais.  Os essencialistas, por sua vez, levam 18 dias para decidirem a compra e alegam o desejo de ter um novo computador na hora de trocar o seu computador.

 

Sobre a Intel

A Intel (NASDAQ: INTC), líder mundial de inovações em silício, desenvolve tecnologias, produtos e iniciativas para melhorar continuamente a forma como as pessoas trabalham e vivem. Mais informações sobre a Intel estão disponíveis em http://blogs.intel.com.

 

Fonte - Asssessoria de Comunicação - Burson-Marsteller Brasil

 

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Pesquisa da Intel revela que nove entre cada 10 adultos norte-americanos se incomodam com comportamento inapropriado de usuários de dispositivos móveis

 

Digitar mensagens de texto ao volante falar alto demais ao celular são as principais reclamações

 

SANTA CLARA, Califórnia, 17 de junho de 2009 – Noventa por cento dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com a falta de etiqueta de usuários de dispositivos móveis como notebooks, netbooks e smartphones em alguns locais, de acordo com a recente pesquisa “Etiqueta Móvel”, realizada pela Harris Interactive* e patrocinada pela Intel Corporation.

      

A principal reclamação de 72% dos adultos entrevistados é sobre a digitação ou leitura de mensagens em dispositivos móveis à direção. Entre outras reclamações constantes, 63% dos adultos consideram irritantes quem falam alto em público em dispositivos conectados à Internet. Também foram consideradas irritantes aquelas pessoas que discutem assuntos particulares em público (55%) e lêem ou digitam texto nesses dispositivos na presença de outras pessoas (54%).

 

A pesquisa também descobriu que ao mesmo tempo em que a maioria dos adultos se incomoda com o comportamento dos outros, apenas um terço (38 por cento) admite ter falhas de etiqueta móvel quando se trata da troca de mensagens de texto na presença de outros.

 

Principais descobertas da pesquisa

De acordo com a pesquisa, mais de 80% dos adultos já testemunhou alguém fazendo algo estranho durante uma chamada ou um acesso à Internet por meio de um dispositivo móvel. Isso não é nenhuma surpresa, já que cada vez mais adultos utilizam netbooks, notebooks e telefones portáteis menores e mais leves. As principais respostas para a etiqueta móvel estranha variaram entre deixar um caixa esperando até a conclusão de uma conversa no telefone e digitar texto enquanto dirige o carro. Outras respostas incluem o uso de notebook em um banheiro público e escutar digitação e conversas em uma igreja, funeral ou consultório médico.

 

Oitenta e dois por cento dos adultos se incomodaram com outras pessoas usando inapropriadamente dispositivos conectados à Internet em locais públicos. Mais da metade dos adultos (56%) relatou se incomodar com pessoas que não seguem as regras de etiqueta móvel em cafés e restaurantes, e cerca da metade (47%) se sente incomodado com o mesmo comportamento em cinemas e shows. Cerca de quatro entre cada 10 (41%) dos adultos mencionaram lojas e mercados como sendo os principais locais onde se sentem especialmente incomodados por quem desrespeita a etiqueta móvel, enquanto cerca de um quarto dos adultos (26%) listou os banheiros públicos.

 

Apenas 38% dos adultos admitiram pelo menos uma troca de mensagens ou a digitação de texto na companhia de outras pessoas. Enquanto 55% dos participantes se declararam incomodados quando outros discutem problemas particulares em público em seus celulares e dispositivos móveis, apenas 28% dos adultos admitiram que se comportam da mesma maneira em determinadas ocasiões.

 

Dispositivos móveis menores e mais leves abrem as portas para uma nova etiqueta móvel

“Temos cada vez mais tecnologia em nossas vidas – muitos dispositivos em nossas bolsas, mochilas e bolsos, bem como em nossos lares, escritórios e até em nossos carros. Não surpreende que ainda estejamos descobrindo o que é socialmente apropriado e o que não é – anda estamos desenvolvendo a nossa etiqueta tecnológica”, declarou Genevieve Bell, antropóloga cultural associada à Intel, que se dedica a estudar tecnologia e cultura.

         

Mesmo que códigos de conduta para uso de novas tecnológicas ainda estejam sendo estudados, Bell diz que podemos usar o bom senso, leis e alguns ensinamentos de nossos pais e professores:

 

·        Especialistas concordam que ler e digitar mensagens de texto à direção é perigoso, sem mencionar que é ergonomicamente difícil. Faça um favor para si mesmo e para os outros motoristas: mantenha os notebooks fechados e os outros dispositivos guardados, ou encoste antes de começar a digitar a sua próxima mensagem ou e-mail.

 

·        Dispositivos móveis não possuem funções secretas e nem áreas de silêncio. Então até que eles tenham, se for uma conversa que você não queira que seja ouvida, leve seu dispositivo móvel para uma área segura e mantenha os detalhes entre você e a pessoa do outro lado da linha.

 

·        Bell recentemente jantou com um homem que confessou ser o único homem no banheiro que não estava usando um Blackberry* - ele não conseguiu decidir se ele se sentia deprimido ou excluído. É claro que as vezes você precisa fazer aquela ligação, mas existem alguns lugares que quase todos concordam que deveriam ser considerados inapropriados. Esses locais incluem banheiros públicos, vestiários, locais religiosos e restaurantes na companhia de outras pessoas e, sobretudo, durante um encontro amoroso – a menos que você precise ser resgatado.

 

·        Quando assistir vídeos em público no seu computador, assegure-se de usar fones de ouvido – nem todos querem compartilhar esse momento com você. Além disso, é rude espiar sobre o ombro das outras pessoas, então assegure-se de não tentar ver o dispositivo móvel de outra pessoa – a menos é claro que você esteja desesperado para saber qual é o novo programa ou a marca daquele telefone celular tão bonito.

 

·        Aproveitando o tema compartilhamento, as tomadas do café local ou do serviço Wi-Fi do aeroporto foram feitos para uso público. Se outras pessoas estiverem esperando, desconecte o seu e compartilhe a tomada. Você também pode ser prevenido e levar consigo uma extensão – você fará amigos imediatamente.

 

·        Algumas pessoas não conseguem fazer duas coisas ao mesmo tempo, por  isso não digite enquanto caminha ou você corre o risco de pisar no pé dos outros e passar vergonha: pare um segundo e termine a sua mensagem. Ou então você vai correr o risco de bater de frente com alguém ou com alguma coisa, além de correr o risco de cometer uma grande quebra da etiqueta móvel.

 

Essa pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 10 de abril de 2009 nos Estados Unidos pela Harris Interactive a pedido da Intel. Foram ouvidos 2160 participantes adultos, com idade superior a 18 anos. Essa pesquisa não é baseada em amostra de probabilidade e por isso não foi possível calcular o erro de estimativa. Para a metodologia completa da pesquisa, incluindo suas variáveis, favor consultar os contatos para a imprensa abaixo.   

 

Fonte - Asssessoria de Comunicação - Burson-Marsteller Brasil

 

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BANDA LARGA COMO FORMA DE ACELERAÇÃO DA ECONOMIA

 

 

Por Cássio Tietê - diretor de expansão de negócios da Intel Brasil

 

Uma das primeiras medidas do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, no início de 2009 foi destinar U$ 7 bilhões para programas de incentivo à tecnologia de informação. A medida tinha como objetivo estimular a economia do país que se vê atolado em uma recessão e tem respaldo em sua própria história.

Foto: Divulgação/Intel

 

Um estudo conduzido nos Estados Unidos[1] estimou que para cada ponto percentual de aumento na penetração da banda larga em uma área particular, o emprego aumentaria de 0,2 a 0,3 pontos percentuais por ano. Outro estudo[2] concluiu que, de 1998 a 2002, as comunidades dos Estados Unidos que estavam entre as primeiras a adotar a banda larga em massa experimentaram um crescimento mais rápido em empregos e número de empresas nos setores de utilização intensiva de TIC (Tencnologia de Informação e comunicação).

 

O que as lições dos Estados Unidos podem ensinar ao Brasil? Em um país em que a penetração de banda larga é de pouco mais de 5% e que atinge somente 1% da população no Nordeste, de acordo com pesquisa da IDC publicado em 2008, o investimento em TI pode significar um incremento substancial em receitas, acesso da população a novas tecnologias, além de servir como um fator de fixação da população em seus lugares de origem, evitando assim a migração interna e o aumento do inchaço das grandes metrópoles, pois o melhor acesso à banda larga pode melhorar a economia das áreas rurais, conduzindo renda, melhorando os estilos de vida e reduzindo a necessidade e o desejo de migração para as cidades.

Além disso, a conexão da população fora da área metropolitana através da banda larga também proporciona acesso ao e-government para cidadãos e empresas, e melhores oportunidades educacionais para os estudantes que podem ser apresentados à tecnologia necessária para competir e ter sucesso na economia global do século 21.

Embora essas melhorias sejam difíceis de medir, um estudo publicado pela Associação Econômica Européia em 2006 concluiu que os países em desenvolvimento com melhor infra-estrutura de TIC atraem significativamente mais negócios do exterior, de terceirização e investimentos estrangeiros.

Um dos exemplos de como a tecnologia pode ajudar economicamente as nações foi apontado em um estudo realizado em 2006, que mostra que as soluções empresariais para a Internet permitiram às empresas privadas dos Estados Unidos economizarem $155 bilhões e ajudaram empresas da França, Alemanha e Reino Unido a aumentar as receitas em $79 bilhões[3].

Outra pesquisa que envolveu cerca de duas mil empresas nos Estados Unidos[4] concluiu que as soluções empresariais para a Internet resultaram em um ganho líquido de cerca de $600 bilhões até 2001 e adicionarão 0,43 pontos percentuais ao crescimento futuro da produtividade até 2011.

 

Embora o governo brasileiro reconheça a urgência do tema e já tenha avançado em algumas frentes, como programas para colocação de Banda-larga nas escolas até 2010 , criação de tele-centros bem como apoios pontuais a algumas cidades digitais,  não temos no Brasil um programa de alcance nacional que viabilize o acesso massivo a banda-larga nos moldes do que foi feito com o programa “Computador para todos”.

 

Para lançar um programa desta envergadura o governo pode seguir o exemplo do que vem sendo feito recentemente por países como China, India, Colômbia, Chile, Comunidade Europeia e adotar políticas como:

 

  • ·Modificar a política existente e disponibilize os Fundos Universais de Serviços para serem uilizados para expandir os serviços de banda larga em áreas remotas e rurais.
  • ·Agilização do processo de liberação de Espectro adequado a implantação de banda-larga sustentável
  • ·Formação de Parcerias Público-Privadas mutuamente benéficas

 

É fundamental que haja prioridade e senso de urgência por parte dos governos na implementação das medidas que viabilizarão o acesso massivo à banda-larga. Deve ser buscado um balanço entre medidas estruturantes de longo prazo com alto-impacto e o pragmatismo da adoção de medidas imediatas de rápida geração de resultados.

 

Por isso é fundamental a mobilização e engajamento do governo, iniciativa privada  e a sociedade ao redor deste tema. Além de gerar estímulo para a economia  o acesso à banda larga para todos contribuirá para um Brasil mais competitivo e próspero.

 

*Cássio Tietê é diretor de expansão de negócios da Intel Brasil



[1] Robert Crandall, William Lehr e Robert Litan, “Os Efeitos da Implantação da Banda Larga na Produção e no Emprego”, junho de 2007.

 

[2] “Medindo o Impacto da Implantação da Banda Larga”. Preparado para a

Administração de Desenvolvimento Econômico do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Washington, D.C., 2006.

 

[3] Hal Varian e Robert E. Litan, “Impacto Líquido Dos Benefícios Econômicos Nacionais”, 2006.

 

[4] Hal Varian, Robert E. Litan, Andrew Elder e Jay Shutter, “O Estudo do Impacto Líquido: Os Benefícios Econômicos Projetados da Internet Nos

Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha”, janeiro de 2002.

 

 

Fonte - Asssessoria de Comunicação - Burson-Marsteller Brasil

 

 

 

 

 

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