Outra visão

 

 

PESQUISAS

 

 

 

Pesquisa do IBOPE Mídia traça o perfil de consumo da elite brasileira

 

91% da população brasileira com alto poder aquisitivo busca informações na internet antes de efetuar uma compra e 81% concordam que vale a pena pagar mais caro por produtos de qualidade.

 

Com o objetivo de conhecer de forma detalhada os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo, o IBOPE Mídia lança um estudo inédito que desvenda o perfil da chamada elite brasileira.

 

A pesquisa The Elite Consumer retrata as opiniões dos usuários de internet que figuram na camada Top 5% de alto potencial de consumo, de acordo com o padrão de Nível Socieconômico adotado pelo Target Group Index na América Latina, e além do Brasil foi realizada em países como Argentina, Colômbia e México. “Há alguns anos era latente a demanda por conhecer melhor este consumidor. Agora podemos apresentar um quadro abrangente e harmonizado deste segmento em vários países da América Latina”, afirma Roberto Lobl, diretor de negócios do IBOPE Media.

 

O estudo aponta que 85% deste público seleto confia na internet como fonte de informação – 91% deles buscam dados na web sobre produtos antes de efetuarem uma compra. Os brasileiros destacam-se no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%), se comparados a argentinos, colombianos e mexicanos, que se mostram mais conservadores: menos da metade concorda com esta percepção.

 

Na hora de comprar, a maioria da população (81%) concorda que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e a lealdade às marcas é evidenciada por 70% dos consumidores de alto padrão no Brasil, México e Argentina. “A pesquisa traça um verdadeiro retrato do consumidor premium, que valoriza o luxo e a excelência dos produtos e marcas com que interage”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

 

Em relação a intenção de compra nos próximos 12 meses, 50% dos brasileiros apontam o aparelho Smartphone como objeto de desejo. Quando questionadas, 76% das mulheres comprariam produtos para o cuidado com a pele, 50% optariam por um computador e 45% por roupas de grife. A média de gasto dessas mulheres com cosméticos, nos últimos 12 meses, foi de R$ 733.

 

Já entre o público masculino destacam-se produtos como telefone celular (57%), computadores (54%), perfumes (49%) e roupas de grife (41%). Quando o tema é beleza, 50% dos homens adquiriram produtos para o cuidado com a pele para consumo próprio e 35% para dar de presente. O gasto médio anual masculino com presentes desta categoria é de R$ 616, enquanto o feminino é de R$300.

 

A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta – 49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas.

Metodologia:

O estudo The Elite Consumer é aferido com o mesmo padrão metodológico na Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses. 

 

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Pesquisa revela: 84% dos cafés da manhã têm fruta

Estudo conduzido pelo Projeto Brazilian Fruit revela hábitos de consumo de frutas por brasileiros e estrangeiros

 

19/10/2009 - Curiosidade. Esta é a percepção que turistas estrangeiros apontam quando apresentados a frutas como o caju, a goiaba e o açaí. Os dados foram mensurados durante a última edição da pesquisa do projeto Brazilian Fruit - iniciativa do Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (APEX- Brasil), realizada em 2008. A análise integra a ação Turismo Saudável, campanha que promove a degustação de frutas brasileiras para visitantes que acompanham a etapa brasileira do grande prêmio de Fórmula 1.

Realizado nos hotéis oficiais da F1, o estudo ouviu 92 hóspedes, em sua maioria estrangeiros, e revelou que para 84,4%, as frutas são o alimento preferido para o café da manhã. Deste total, praticamente a metade (46,7%) consome o alimento diariamente. Durante os três dias da ação - de 31 de outubro a 2 de novembro de 2008 -, os visitantes experimentaram frutas tipicamente brasileiras como abacaxi, limão, manga, uva, pêssego, melancia, mamão papaia, entre outros.

Entre as frutas degustadas durante a ação, a preferida pelos estrangeiros foi a manga, com 21%, seguida pelo mamão papaia com 18%. Ao serem perguntados sobre quais frutas têm como hábito consumir em seus países de origem, 42% respondeu que é a banana, seguida pela manga.

"Com a pesquisa pudemos avaliar quais os interesses dos estrangeiros nas frutas brasileiras, e assim traçar estratégias para que essas frutas cheguem ao mercado externo", afirma Valeska de Oliveira, gerente executiva do Ibraf. "Descobrimos, por exemplo, que frutos da Amazônia ou os considerados mais exóticos, têm grande espaço na mesa desses consumidores. Este é um indicador importante para nossas ações futuras".

Neste ano, a ação aconteceu entre os dias 16 e 18 de outubro, nos hotéis oficiais (Sofitel, Hilton, Caesar Business e WTC-Sheraton) da Fórmula 1, na cidade de São Paulo (SP). Durante o evento, os turistas e profissionais que vieram à cidade, para a realização do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, degustaram diversos tipos de frutas frescas e processadas durante o café da manhã nos hotéis participantes.

Perfil Brazilian Fruit

O programa Brazilian Fruit é realizado desde 1998 pelo Ibraf em parceria com a APEX-Brasil, com o objetivo de promover as frutas brasileiras e seus derivados no exterior, consolidando a imagem do Brasil como grande produtor e exportador de frutas frescas e processadas com qualidade, diversidade e salutabilidade.

Em 1998 o projeto teve início com a promoção de 4 frutas frescas, atualmente agrega mais de 20 produtos frescos e processados. Os frutos desta iniciativa, podem ser percebidos nos resultados das exportações: em 1998 foram exportadas 296 mil toneladas de frutas frescas, já em 2008,o volume saltou para 888 mil toneladas. Quanto às frutas processadas em 2007 foram exportados US$ 2,7 bilhões.

Além do aumento das exportações, cabe destacar nos últimos anos o crescimento no número de empresas exportadoras, dos tipos de frutas exportadas e dos países de destino das exportações.

Para mais informações acesse:http://www.brazilianfruit.org

 

 

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95% das buscas na internet no Brasil são feitas através do Google, aponta Serasa Experian Hitwise

As 42 ferramentas de busca restantes apresentaram
um crescimento de 6% em sua participação. Nos EUA, Google
tem 71% das buscas. Buscas com mais palavras aumentaram em setembro


São Paulo, 21 de outubro de 2009 Estudo da Serasa Experian Hitwise, solução que fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil, revela que o Google foi a ferramenta utilizada para 95,37% de todas as buscas na Internet realizadas nas últimas 4 semanas, finalizadas em 3 de outubro de 2009 no Brasil. Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam 1,86%, 1,69% e 0,23% das visitas, respectivamente. Os 37 sites de busca restantes listados na ferramenta de análise de sites de busca do Hitwise foram responsáveis por 0,8% das buscas feitas no Brasil. Nos EUA, as buscas por meio do Google foram 71% (leia mais na página 3).

Percentual de buscas no Brasil entre as principais ferramentas de busca

Domínio

Agosto 2009

Setembro 2009

Variação percentual mês a mês

www.google.com*

95,44%

95,37%

-0,1%

search.yahoo.com**

1,88%

1,86%

-0,8%

www.bing.com***

1,65%

1,69%

2,4%

www.ask.com

0,23%

0,23%

0%

Nota: Dados baseados em um período de 4 semanas (finalizadas em 3 de outubro de 2009 e 29 de agosto de 2009).
*Inclui buscas efetuadas no Google.com e Google.com.br
**Inclui buscas efetuadas no br.search.yahoo.com e search.yahoo.com
***Inclui buscas efetuadas no Bing.com, Live.com mas não inclui buscas efetuadas no site Club.Live.com

Fonte:Serasa Experian Hitwise

 

Buscas com mais palavras aumentaram em Setembro

Buscas mais longas, com média entre cinco e oito palavras em tamanho, aumentaram 2% em média entre agosto e setembro de 2009. Buscas com oito ou mais palavras aumentaram 3%. No mesmo período, buscas mais curtas, aquelas com média de uma a quatro palavras, mantiveram o mesmo percentual na comparação com o mês anterior. Buscas com uma palavra representaram a maioria das buscas, contando por 22,66% do total.


Percentual de buscas no Brasil por número de palavras

Número de Palavras

Agosto 2009

Setembro 2009

Variação percentual mês a mês

Uma palavra

22,76%

22,66%

0%

Duas palavras

21,01%

20,90%

-1%

Três palavras

21,58%

21,44%

-1%

Quatro palavras

12,82%

12,82%

0%

Cinco palavras

8,99%

9,08%

1%

Seis palavras

5,25%

5,32%

1%

Sete palavras

3,14%

3,2%

2%

Oito ou mais palavras

4,44%

4,58%

3%

 

Nota: Dados baseados em um período de 4 semanas (finalizadas em 3 de outubro de 2009 e 29 de agosto de 2009).

Fonte:Serasa Experian Hitwise

Google é a maior fonte de tráfego para importantes setores no Brasil
Ferramentas de busca continuam sendo o principal meio utilizado pelos usuários de Internet para navegar para sites de alguns setores. Comparando Setembro de 2009 com Abril de 2009 os setores Portais, Entretenimento e Esportes apresentaram o maior crescimento de tráfego vindo diretamente de ferramentas de buscas.


Contribuição para o tráfego a partir de ferramentas de busca e do Google para websites de categorias chave no Brasil – Setembro 2009

Setor

Percentual de tráfego para o setor a partir de ferramentas de busca – Setembro 09

Variação do percentual de tráfego para o setor a partir de ferramentas de busca – Abril 09 – Setembro 09

Percentual de tráfego para o setor a partir do Google – Setembro 09

Variação do percentual de tráfego para o setor a partir do Google – Abril 09 – Setembro 09

Automotivo

43,37%

0,5%

37,76%

2,9%

Negócios e Finanças

40,45%

6,5%

37,61%

5,9%

Entretenimento

41,69%

8,5%

37,26%

7,6%

Saúde & Medicina

56,58%

0,6%

53,76%

3,2%

Notícias e Mídia

38,14%

1,6%

33,36%

2,8%

Varejo Online e Classificados

44,57%

4,8%

38,76%

5,7%

Redes Sociais

50,06%

5,7%

52,96%

5,1%

Esportes

24%

6,8%

21,8%

8,4%

Portais

31,88%

14,2%

28,25%

11,3%

 

Nota: Todos os valores são com base em dados do Hitwise para o Brasil por meio de uma amostragem de 90.000 usuários de Internet.

Fonte:Serasa Experian Hitwise

 

 

71% das buscas na internet são feitas
 através do Google nos EUA


Bing e Yahoo! Search combinados somaram 25% das buscas nos Estados Unidos, Ask.com cresceu 8%


New York, N.Y., Oct., 2009 - Experian® Hitwise® anunciou que o Google foi a ferramenta utilizada para 71,08% de todas as buscas na Internet feitas nas 4 semanas, finalizadas em 3 de outubro de 2009 nos Estados Unidos. Yahoo! Search, Bing e Ask.com receberam 16,38%, 8,96% e 2,56% das visitas, respectivamente. Os 52 sites de busca restantes listados na ferramenta de análise de sites de busca do Hitwise foram responsáveis por 1,04% das buscas feitas nos Estados Unidos.


Percentual de buscas nos Estados Unidos entre as principais ferramentas de busca

Domínio

Agosto 2009

Setembro 2009

Variação percentual mês a mês

www.google.com

70,24%

71,08%

1%

search.yahoo.com

16,96%

16,38%

-3%

www.bing.com*

9,48%

8,96%

-5%

www.ask.com

2,37%

2,56%

8%

Nota: Dados baseados em um período de 4 semanas (finalizadas em 3 de outubro de 2009 e 29 de agosto de 2009) do Hitwise, de uma amostra de 10 milhões de usuários da Internet nos Estados Unidos.


*Inclui buscas efetuadas no Bing.com, Live.com e MSN Search mas não inclui buscas efetuadas no site Club.Live.com

Fonte:Experian Hitwise

 

Buscas com mais palavras aumentaram em Setembro
Buscas mais longas, com média entre cinco e oito palavras em tamanho, aumentaram 2 por cento entre Agosto e Setembro de 2009. Buscas com oito ou mais palavras aumentaram 6 por cento. No mesmo período, buscas mais curtas, aquelas com média de uma a quatro palavras, mantiveram o mesmo percentual na comparação com o mês anterior. Buscas com uma palavra representaram a maioria das buscas, contando por 24,32 por cento do total.


Percentual de buscas nos Estados Unidos por número de palavras

Número de Palavras

Agosto 2009

Setembro 2009

Variação percentual mês a mês

Uma palavra

24,21%

24,32%

0%

Duas palavras

23,71%

23,55%

-1%

Três palavras

20,74%

20,52%

-1%

Quatro palavras

13,78%

13,69%

-1%

Cinco palavras

7,90%

7,94%

1%

Seis palavras

4,23%

4,30%

2%

Sete palavras

2,27%

2,33%

3%

Oito ou mais palavras

3,16%

3,35%

6%

 

Nota: Dados baseados em um período de 4 semanas (finalizadas em 3 de outubro de 2009 e 29 de agosto de 2009) do Hitwise, de uma amostra de 10 milhões de usuários da Internet nos Estados Unidos.

Fonte:Experian Hitwise

 

Fonte:Serasa Experian Hitwise

 

Google é a maior fonte de tráfego para importantes setores nos Estados Unidos
Ferramentas de busca continuam sendo o principal meio utilizado pelos usuários de Internet para navegar para sites de alguns setores. Comparando Setembro de 2009 com Setembro de 2008 os setores Automotive, Business and Finance, Entertainment, News and Media, Online Video e Sports apresentaram crescimento de dois dígitos na participação de seu tráfego vindo diretamente de ferramentas de busca.


Contribuição para o tráfego a partir de ferramentas de busca e do Google para websites de categorias chave Nos Estados Unidos – Setembro 2009

Setor

Percentual de tráfego para o setor a partir de ferramentas de busca – Setembro 09

Variação do percentual de tráfego para o setor a partir de ferramentas de busca – Setembro 08 – Setembro 09

Percentual de tráfego para o setor a partir do Google – Setembro 09

Variação do percentual de tráfego para o setor a partir do Google – Setembro 08 – Setembro 09

Automotive

30,30%

17%

21,38%

18%

Business and Finance

22,06%

18%

15,75%

22%

Entertainment

27,56%

21%

18,76%

22%

Health and Medical

43,45%

-3%

31,38%

-1%

News and Media

24,32%

19%

16,57%

14%

Online Video**

35,36%

12%

25,35%

10%

Shopping and Classifieds

26,54%

6%

18,69%

7%

Social Networking and Forum

19,73%

13%

13,53%

18%

Sports

15,84%

39%

11,16%

40%

Travel

38,38%

8%

28,99%

12%

 

Nota: Todos os valores são com base em dados do Hitwise para os Estados Unidos por meio de uma amostragem de 10 milhões de usuários de Internet.

** Indica uma categoria customizada.

Fonte:Experian Hitwise

 

Serasa Experian Hitwise no Brasil
Serasa Experian Hitwise é uma solução que fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. Lançada no Brasil em setembro de 2009, a ferramenta da Experian possui cerca de 1.500 clientes no mundo e está presente nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia, em Cingapura e em Hong Kong.
No mundo, o Experian Hitwise, uma solução de inteligência competitiva online, analisa a interação de 25 milhões de pessoas, em mais de 1 milhão de sites, e permite a seus clientes entender seu desempenho online em comparação com seu setor de atuação e concorrentes, além de fornecer insights sobre o comportamento do consumidor na internet. O produto coleta informações sobre a utilização da internet, de forma anônima e agregada, a partir de parcerias com painéis opt-in, obedecendo às leis de privacidade locais e internacionais. O compromisso do Hitwise é auditado pela PricewaterhouseCoopers.
A solução conta com instrumentos capazes de proporcionar diferentes análises do comportamento do consumidor e do desempenho das empresas na internet, como os Rankings, que proporcionam uma visão instantânea dos principais concorrentes e dos websites mais populares em cerca de 80 setores da economia, ou ainda em categorias personalizadas. O Search Intelligence®, uma poderosa ferramenta de busca por palavras-chaves, avalia, de forma abrangente, como as pessoas procuram e se tiveram sucesso na busca por produtos e serviços; e o Clickstream, que produz relatórios completos sobre o tráfego de origem e destino para um website, um setor ou uma categoria personalizada.


Serasa Experian
A Serasa Experian é líder na América Latina em serviços de informações para apoio na tomada de decisões das empresas. No Brasil, é sinônimo de solução para todas as etapas do ciclo de negócios, desde a prospecção até a cobrança, oferecendo às organizações as melhores ferramentas. Com profundo conhecimento do mercado brasileiro, conjuga a força e a tradição do nome Serasa com a liderança mundial da Experian. Criada em 1968, uniu-se à Experian Company em 2007. Respondendo on-line/real-time a 4 milhões de consultas por dia, auxiliando 400 mil clientes diretos e indiretos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio. É a maior Autoridade Certificadora do Brasil, provendo todos os tipos de certificados digitais e soluções customizadas para utilização da tecnologia de certificação digital e de Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e), tornando os negócios mais seguros, ágeis e rentáveis.
Constantemente orientada para soluções inovadoras em informações para crédito, marketing e negócios, a Serasa Experian vem contribuindo para a transformação do mercado de soluções de informação, com a incorporação contínua dos mais avançados recursos de inteligência e tecnologia.
www.serasaexperian.com.br


Experian
A Serasa Experian é parte do grupo Experian, líder mundial em serviços de informação, fornecendo dados e ferramentas de análise a clientes em mais de 65 países. A empresa auxilia os clientes no gerenciamento do risco de crédito, prevenção a fraudes, direcionamento de campanhas de marketing e na automatização o processo de tomada de decisão. A Experian plc também apóia pessoas físicas no gerenciamento de suas relações de crédito e na proteção a fraudes de identidade.
A Experian plc está registrada na Bolsa de Valores de Londres (EXPN) e compõe o índice FTSE 100, que é o principal indicador do desempenho médio das cotações da Bolsa de Londres. A receita total para o ano fiscal encerrado em 31 de março de 2009 foi de US$ 3,9 bilhões. A empresa emprega cerca de 15.000 pessoas em 40 países e possui sede corporativa em Dublin, na Irlanda e sedes operacionais em Nottingham, no Reino Unido; em Costa Mesa, na Califórnia e em São Paulo, Brasil. Site http://www.experianplc.com

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Serasa Experian

 

 

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IBOPE Mídia desvenda hábitos de consumo de mídia na era da convergência

 

Estudo Conectmídia revela que 70% da população paulistana indica o celular como item prioritário no dia-a-dia e 30% são a favor da propaganda no aparelho

 

São Paulo, 6 de outubro de 2009 – O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias,  pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o  IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.

 

Destaque no MaxiMídia 2009, maior evento brasileiro do segmento que acontece em São Paulo, entre os dias 6 e 8 de outubro, a pesquisa propõe uma reflexão sobre os impactos da chamada era do conhecimento. “A conectividade leva os usuários a um patamar de participação nunca antes imaginado. As personagens dessa nova história interagem, disseminam conteúdo, intervêm e opinam com muito mais vigor e velocidade”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.

 

Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia, destaca que o espectador transformou-se  em colaborador com a evolução  das formas de comunicação. “As pessoas reportam novidades e trocam informações, mas o que as diferencia é o potencial de influência e decisão em seu círculo de relacionamentos”, explica.

 

A exposição múltipla aos meios revela consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos: 81% deles importam-se mais com a qualidade da informação do que onde a encontram. “O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma em que está exposto”, expõe Juliana. “Para conectar-se à nova realidade é necessário interagir com o tempo que é escasso, lidar com o volume de informações que é crescente, monitorar o padrão de consumo que é dinâmico e desvendar os desejos que estão cada vez mais singulares”, completa.

 

Informação

A pesquisa Conectmídia aponta que 53% das pessoas sentem-se pressionadas com a quantidade de informação disponível nos dias atuais. Junto ao público feminino, este índice é de 56%. 

 

Dois terços da população, porém, afirma que conseguem absorver toda a informação e tecnologia disponíveis, principalmente, entre o público jovem de até 24 anos. “Transformar quantidade em qualidade e excesso em aprendizado são os grandes desafios”, destaca Dora.

 

Tempo

A interação com esse crescente volume de dados envolve questões como instantaneidade e tempo, elemento que estará, segundo praticamente metade da população paulistana (46%), escasso em 2020.  Na lista de limitações constam ainda recursos naturais( 81%), saúde (65%) e trabalho (56%).

 

A identificação com a frase “Sinto meus dias passarem muito mais rápido do que antigamente” é comum a 90% das pessoas. Entre as mulheres e jovens entre 25 e 34 anos, esse índice cresce para 93%.

 

A busca  da individualidade é determinada como resposta à fluidez e extinção do tempo:  86% gostariam de ter mais tempo para si.

 

Comportamento midiático

No que diz respeito ao consumo das mídias, 82% da população paulistana afirma dedicar-se a um meio de cada vez. Entre os consumidores jovens, porém, a convergência de outros meios com a internet é representativa: quase metade deles acessam a web enquanto assistem à TV ou enquanto ouvem rádio. Outra realidade latente para o público de 18 a 24 anos é o download de filmes e séries: 45% possuem esse hábito, contra uma média  de 22%.

 

Já o público adulto de 25 a 34 anos, além de ser mais preocupado com a qualidade da informação, destaca-se no consumo simultâneo de mídia impressa e televisão, e também de mídia impressa e rádio. “O consumo simultâneo de mídia é inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população. A sinergia entre os meios de comunicação é fundamental”, destaca Dora.

 

Consumo

Entre as necessidades que imprimem ritmo às mudanças no padrão de consumo, o celular tem papel fundamental. Na lista de itens mais importantes no dia-a-dia figuram como prioridade a televisão (77%), o telefone celular (70%), o computador com acesso à internet  (58%) e o rádio (46%), respectivamente.

Do total da população, 30% são a favor da propaganda no celular. “O aparelho celular firma-se cada vez mais como uma multiplataforma de comunicação”, afirma Juliana.

 

Jovens, internet e as redes de relacionamentos

Os relacionamentos pessoais são cada vez mais importantes na era da convergência e as redes sociais são  plataformas de grande expressão: 45% das pessoas acreditam que elas já fazem parte da rotina. Este índice sobe para 72% entre os jovens de 18 a 24 anos e 49% para o público masculino.

 

A preferência pelos relacionamentos virtuais em relação aos interpessoais é realidade para 16% dos consumidores, que concordam com a questão “Prefiro falar com meus amigos/ família/ colegas de trabalho por computador a falar pessoalmente”. Junto ao público jovem entre 10 e 17 anos, este índice é de 29% e dois terços deles utilizam regularmente serviços de mensagens instantâneas.

 

Entre as principais categorias comentadas pelos jovens na internet figuram: celular, eletroeletrônico, roupas, automóvel, vida saudável e alimentos.

 

Supermodernidade

Para compor a fotografia da supermodernidade, o estudo considera dois eixos que caracterizam o universo contemporâneo: informação e tecnologia, que ao interagirem com hábitos e comportamentos subdividem-se em quatro pilares: muita informação, pouca informação, alto nível de tecnologia e baixa tecnologia (ver tabela 1). A distância que separa um segmento dos outros é reflexo da predisposição em participar ou não do movimento contemporâneo.

 

O estudo também capturou quais os desejos dos públicos a partir dos perfis de informação e tecnologia. Os produtos de uso individual, por exemplo, figuram no topo do ranking dos indivíduos alta informação, alta tecnologia.

 

Acesse o estudo “Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência” na íntegra no site www.ibope.com/conectmidia

 

Descrição metodológica:

 

Target Group Index
O Target Group Index é estudo single source que apresenta hábitos de mídia, consumo de produtos e serviços, opiniões e atitudes da população. Desenvolvido em 1968, na Inglaterra, está presente em mais de 60 países e conta com 700 mil entrevistas anuais. No Brasil, está em sua 10ª edição.


Amostra: Amostra 100% probabilística, com 19.456 entrevistas anuais distribuídas nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, interior de São Paulo, Campinas, interior das regiões Sul/Sudeste e Distrito Federal. Período de campo utilizado no estudo: Y10w1 (agosto de 2008 a janeiro de 2009).


Universo: População urbana das classes AB, C e DE, com idades entre 12 e 64 anos. Representatividade de 55% da população urbana brasileira de 12 a 64 anos, totalizando 64 milhões de pessoas.

 

Pesquisa Especial Conectvidade
Estudo realizado entre 24 e 28 de agosto de 2009, com pessoas com mais de 10 anos de idade da região metropolitana de São Paulo. Foram realizadas 800 entrevistas.

 

IBOPE Nielsen Online
O IBOPE Nielsen Online é uma joint-venture entre o IBOPE Media - unidade de negócios do Grupo IBOPE  especializada em pesquisa de mídia - e a americana Nielsen Company. Líder mundial em mensuração do comportamento dos usuários da internet, a Nielsen Company está presente em dez países e conta com o maior painel de internautas do mercado - mais de 200 mil indivíduos monitorados. O IBOPE Nielsen Online, por meio de uma tecnologia proprietária, mede as atividades dos usuários na web, o movimento publicitário online e fornece dados sobre a internet no Brasil e no mundo.

 

Sobre o IBOPE
Multinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina e fornece um amplo conjunto de informações e estudos sobre mídia, internet, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. Seus principais negócios estão concentrados nas empresas IBOPE Media e IBOPE Inteligência.


Sobre o IBOPE Media
O IBOPE Media é a unidade de negócios do Grupo IBOPE especializada em pesquisa de mídia e a maior empresa latino-americana desse segmento. Além do Brasil, possui operações em 13 países da América Latina e um escritório comercial em Miami, nos Estados Unidos. No Brasil, o IBOPE Mídia é reconhecido pela alta qualidade na aferição de audiência, investimento publicitário, hábitos de consumo e outras pesquisas quantitativas, provendo o mercado local com informações relevantes para a tomada de decisão no planejamento estratégico de mídia.


Fonte: Assessoria de Comunicação - Ketchum Estratégia

 

 

 

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Brasileiros acessam menos sites pornôs do que os americanos:

crescimento das redes virtuais sociais é uma das causas

 

 Bill Tancer, o maior especialista em comportamento on-line do mundo,
 mostrou essa pesquisa e revelou os sites mais acessados no Brasil,
durante o lançamento da solução Hitwise Serasa Experian

 

1º de Setembro de 2009 - No Brasil 4% das pessoas que acessam internet procuram sites de conteúdo adulto, nos EUA o número é quase o dobro, 7%. Uma das causas para o menor interesse sobre o assunto no Brasil é o crescimento das redes sociais virtuais, como o Orkut, o Twitter e o Facebook. Esse é o resultado de um estudo apresentado hoje pelo renomado especialista em comportamento on-line, Bill Tancer, autor do best-seller “Click: o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e porque isso é importante”.

 

Tancer apresentou a palestra “Hitwise e o comportamento do consumidor on-line no Brasil e no mundo” durante o lançamento da solução Serasa Experian Hitwise, pioneira no Brasil, é líder em inteligência competitiva na internet. O evento ocorreu no Hotel Intercontinental, zona Sul de São Paulo.

Por meio da solução, as empresas podem fortalecer sua atuação no mercado on-line, mapear e analisar o desempenho de seus concorrentes, buscar novas oportunidades e maximizar a performance de seus negócios. O produto também proporciona uma análise do comportamento do consumidor on-line, traçando preferências e interesses.

 

Tancer é diretor Mundial de Pesquisa da Experian Hitwise.  A ferramenta é um grande sucesso da Experian em diversos países e foi trazida ao Brasil pela unidade de negócios Marketing Services, da Serasa Experian.

 

Durante a apresentação, Tancer afirmou que, desde 2007, verifica uma queda do acesso a sites pornográficos, enquanto cresce o uso das redes sociais virtuais. O fenômeno foi verificado nos países nos quais existe o Hitwise. Nos EUA, por exemplo, país no qual o produto tem base histórica, constatou-se que 7% das pessoas, que acessam a internet hoje, buscam sites de conteúdo adulto. Esse percentual no passado era 16%, e apresenta pequeno crescimento nos meses de inverno. Tancer destaca que no Brasil, os sites de relacionamento têm 62% do tráfego da internet.

 

O especialista apresentou ainda interessantes números da busca dos brasileiros por informações sobre a gripe A (H1N1), que de 27 de junho, quando a imprensa divulgava que “medo da gripe suína causa corrida a hospitais“, até 22 de agosto, cresceu 314%. A procura por dietas para perda de peso também chamou a atenção, teve alta de 76% no período de 20 de junho a 22 de agosto deste ano.

 

Os sites mais acessados no Brasil foi outro destaque da apresentação de Bill Tancer. Veja o ranking dos mais acessados:

1º Google Brasil
2º Orkut
3º Google
4º YouTube
5º Window Live Mail
6º Google Image
7º Globoesporte
8º Globo
9º UOL
10º MSN Brasil

 

Juliano Marcilio, presidente da Serasa Experian Marketing Services, falou durante o evento sobre as análises que o produto proporciona e destacou que a ascensão das tecnologias digitais gerou uma verdadeira revolução na forma como as empresas se relacionam com seus clientes. “Se, por um lado, esse contexto resulta no incremento da complexidade de se gerenciar o relacionamento com o cliente, por outro, gera inúmeras oportunidades no que se refere à captação de informações do comportamento deste público na web”, afirmou.

 

O encontro promovido pela Serasa Experian contou com a participação de líderes empresariais dos principais setores do País, e teve como objetivo a reflexão sobre esse contexto e a apresentação de algumas soluções desenvolvidas e implementadas em outros países com foco em inteligência competitiva na web.

 

Hitwise

O Hitwise é uma ferramenta de inteligência competitiva online fornecida pela Serasa Experian que analisa a interação de 25 milhões de pessoas em mais de 1 milhão de sites no mundo e permite a seus clientes entender seu desempenho online em comparação com seu setor de atuação e concorrentes, além de fornecer insights sobre o comportamento do consumidor na internet. O produto coleta informações sobre a utilização da internet, de forma anônima e agregada, a partir de parcerias com painéis opt-in, obedecendo às leis de privacidade locais e internacionais. O compromisso do Hitwise é auditado pela PricewaterhouseCoopers.

 

Atualmente, o Hitwise fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. O Hitwise possui cerca de 1.500 clientes no mundo e está presente nos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong.

 

A solução conta com instrumentos capazes de proporcionar diferentes análises do comportamento do consumidor e do desempenho das empresas na internet, como os Rankings, que proporcionam uma visão instantânea dos principais concorrentes e dos websites mais populares em cerca de 80 setores da economia ou ainda em categorias personalizadas. O Search Intelligence®, uma poderosa ferramenta de busca por palavras-chaves, avalia, de forma abrangente, como as pessoas procuram e se tiveram sucesso na busca por produtos e serviços e o Clickstream, que produz relatórios completos sobre o tráfego de entrada e saída para um site específico, um setor ou uma categoria personalizada.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Serasa Experian

 

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Internet no Brasil cresceu 10% no mês de julho

 

Número de usuários ativos chegou a 36,4 milhões no trabalho e em residências; o acesso em todos os ambientes já atinge 64,8 milhões de pessoas

 

No mês de julho de 2009, 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências, o que significa um crescimento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. O tempo médio de uso continuou crescendo e atingiu as marcas de 71 horas e 30 minutos de tempo total, incluindo aplicativos, e de 48 horas e 26 minutos, considerando somente navegação em páginas. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões.

 

Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet no trabalho e em domicílios, Brasil – junho e julho/2009

 

 

junho/2009

julho/2009

Tempo de navegação por usuário (hh:mm)

44:59

48:26

Tempo total por usuário (hh:mm)*

69:55*

71:30

Número de usuários ativos (000)

33.166

36.449

Número de pessoas com acesso (000)

44.452

44.452

 

Fonte: IBOPE Nielsen Online

*Além da navegação em páginas, inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download, de voz sobre IP, entre outros.

 

Entre os internautas residenciais, o número de usuários ativos chegou a 27,5 milhões de pessoas, um crescimento de 7,4% em relação aos 25,6 milhões do mês anterior e de 8% sobre os 23,7 milhões de julho de 2008. O tempo de navegação em residências em julho cresceu 9% sobre junho e 21% sobre julho de 2008, e atingiu a marca inédita de 30 horas e 13 minutos por pessoa. O número de pessoas que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet é de 40,2 milhões.

 

Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet em domicílios, Brasil – junho e julho/2009

 

junho/2009

julho/2009

Tempo de navegação por usuário (hh:mm)

27:48

30:13

Tempo total por usuário (hh:mm)

39:18

41:14

Número de usuários ativos (000)

25.000

27.501

Número de pessoas com acesso (000)

40.164

40.164

                  

Fonte: IBOPE Nielsen Online

 

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE passou a indicar a existência de 64,8 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).

 

Na navegação no trabalho e em residências, as categorias com maior crescimento proporcional do número de usuários em julho na comparação com junho foram Viagens e Turismo, com evolução de 17,3%, Automotivo, com aumento de 16,8%, e Casa e Moda, com crescimento mensal de 15,7%.

 

Número de usuários ativos e número de pessoas com acesso, por ambiente, Brasil – em milhões

 

Em tempo de navegação por pessoa, as categorias que mais cresceram foram Entretenimento, com 13,3%, Buscadores, Portais e Comunidades, com 10,8%, e Telecomunicações e Serviços de Internet, com 9,5%. “Sites de redes sociais, de comunicação e de entretenimento foram os que mais contribuíram para o crescimento do tempo médio de uso do internauta brasileiro no mês de julho”, informou José Calazans, analista de Mídia do IBOPE Nielsen Online.

 

 

Tempo de navegação por pessoa* (hh:mm:ss) – internet no trabalho e em domicílios, Brasil e nove países – julho/2009

 

 

Tempo de uso total

Navegação em páginas

Brasil

71:30:42

48:26:07

Estados Unidos

67:33:37

42:19:14

Reino Unido

59:56:30

36:30:59

França

58:19:24

33:22:32

Japão

66:55:02

31:55:14

Espanha

53:09:34

31:45:32

Alemanha

55:35:25

30:25:01

Itália

45:50:39

28:15:37

Austrália

42:15:22

23:45:15

Suíça

32:27:28

18:10:09

 

Fonte: IBOPE Nielsen Online

*O tempo de uso total inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download e voz sobre IP, entre outros; na Suíça, a medição é feita apenas em residências

 

“A subcategoria com maior tempo médio, Mensagens Instantâneas, chegou a 7 horas e 49 minutos por pessoa, ao crescer 8% em julho, seguida por Comunidades, em que se classificam as redes sociais, que chegou a 4 horas e 57 minutos por pessoa, com crescimento de 15% no mês”, disse Calazans.

 

Entre os dez países em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua com o maior tempo por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas online.

Sobre o IBOPE Nielsen Online

O IBOPE Nielsen Online é uma joint-venture entre o IBOPE Media e a Nielsen Online, líder mundial em mensuração do comportamento dos usuários da internet. A empresa está presente em dez países, por meio do maior painel de internautas do mercado, com mais de 200 mil colaboradores (16.240 no Brasil, em julho). Por meio de uma tecnologia proprietária, é capaz de medir o comportamento dos usuários, bem como a atividade publicitária online, e fornecer dados sobre a internet mundial. Mais informações em www.ibope.com.br.

 

Sobre o IBOPE

Multinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina fornecendo há mais de 65 anos um amplo conjunto de informações e estudos sobre os mais variados temas, como mídia, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. O Grupo, que ocupa atualmente a 18ª posição entre as 25 maiores empresas de pesquisa do mundo (segundo o hanking Honomichl Top 25 Global Research Organization), é composto por duas grandes empresas, IBOPE Media e IBOPE Inteligência, além de possuir participação acionária importante na Millward Brown do Brasil. Em 2000, o IBOPE criou o Instituto Paulo Montenegro, organização sem fins lucrativos que atua de maneira focada e com prioridade definida no campo da educação. O Instituto desenvolve e dissemina projetos que têm como base o know-how em pesquisa das empresas do Grupo e a credibilidade conquistada ao longo do tempo.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação IBOPE - Ketchum Estratégia

 

 

XXX

JULHO 2008 - Moscou é a cidade mais cara do mundo para expatriados pelo terceiro ano consecutivo, de acordo com a última Pesquisa de Custo de Vida realizada pela Mercer. Tóquio ocupa a segunda posição, subindo dois lugares em relação ao ano passado, enquanto Londres caiu uma posição, ocupando o terceiro lugar. Oslo sobiu seis lugares, indo para o 4º lugar e é seguido por Seul, em 5º. Assunção, no Paraguai, é a cidade mais barata pela sexta vez.

 

Com Nova York considerada como a cidade-base da pesquisa com 100 pontos, Moscou ficou com 142.4 e é quase três vezes mais cara do que Assunção, com um índice de 52.5. Ao contrário da tendência observada no ano passado, a diferença entre a cidade mais cara e a mais barata do mundo parece agora estar aumentando.

 

A Pesquisa da Mercer cobre 143 cidades de seis continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada localidade, incluindo acomodação, transporte, alimentação, vestuário, bens domésticos duráveis e entretenimento. É a pesquisa de custo de vida mais abrangente do mundo, sendo utilizada para ajudar empresas multinacionais e governos a determinar auxílios de remuneração para seus funcionários expatriados.

 

Yvonne Traber, gerente de pesquisa e diretora da Mercer, localizada em Genebra, comentou: “As condições atuais do mercado têm levado ao enfraquecimento do dólar americano que, juntamente com o fortalecimento do Euro e de muitas outras moedas, causou mudanças significativas no ranking deste ano.”

Ela acrescentou: “Embora as cidades tradicionalmente caras da Europa Ocidental e Ásia ainda permaneçam entre as 20 primeiras, cidades da Europa Oriental, Brasil e Índia subiram na lista. Por outro lado, alguns locais como Estocolmo e Nova York aparecem agora menos caras na comparação. Nossa pesquisa confirma a tendência global em aumentos de preço para certos gêneros alimentícios e gasolina, ainda que o aumento não seja consistente em todos os locais. Isso é parcialmente balanceado pelo declínio de preços em algumas mercadorias como eletro-eletrônicos e outros utensílios domésticos. Atribuímos isso a importações mais baratas de países desenvolvidos, especialmente a China, e a avanços na tecnologia.”

 

“Manter-se informado sobre as mudanças em custo de vida para expatriados é essencial para a empresa assegurar que seus empregados estão sendo remunerados de forma justa e competitiva quando estão fora de seu país,” observou Traber.


“Em alguns casos, os aumentos de custo de vida podem estar correlacionados a países com um alto índice de crescimento econômico.  As empresas podem atribuir alta prioridade à expansão nessas economias, mas podem ter que lidar com pressões inflacionárias devido à competição por moradia para expatriados e outros serviços, como observado em nossas pesquisas,” ela comentou. Por exemplo, a Lativia teve um crescimento real do PIB de 10.2% em 2007, bem acima do índice global médio de crescimento de 5.2%, e sua capital, Riga, pulou do 72º, um ano atrás, para o 46º lugar, no último ranking da Mercer. Todas as cidades da Índia subiram no ranking de custo de vida, com Nova Deli ocupando o 55º lugar (68º no ano passado), uma vez que a Índia relatou um índice real de crescimento do PIB de 9.2% em 2007. Bogotá pulou de 112ª  para a posição 87ª, refletindo o crescimento real de 7% da Colômbia.

 

Europa, Oriente Médio e África

Moscou é a cidade mais cara tanto da Europa quanto globalmente pelo terceiro ano consecutivo. A classificação da cidade tem aumentado regularmente durante os últimos anos e apresenta hoje 142.4 pontos (comparados a 134.4 em 2007 e 123.9 em 2006).” A posição de Moscou como o local mais caro para moradia de expatriado tem sido fortalecida pela valorização do rublo contra o dólar americano e o contínuo aumento de custos com moradia,” mencionou Traber.

 

Londres é a próxima cidade européia no ranking ocupando a 3ª posição (125 pontos), caindo uma em relação ao ano passado, enquanto Oslo subiu seis lugares, ocupando o 4º com 118.3 pontos. “Os preços de propriedades na Noruega estavam em alta até o final do ano passado após 50% de aumento nos últimos cinco anos. Acompanhado do fortalecimento contínuo da moeda norueguesa, isso tem criado um crescimento substancial em custo de vida para expatriados em Oslo,” complementou Traber.

 

Outras cidades européias entre as top 10 globais incluem Copenhaguem, em 7º (117.2), e Genebra, em 8º (115.8). Ambas as cidades caíram um lugar em relação ao ano passado. Zurique permanece na 9ª posição (112.7), enquanto que Milão subiu uma, indo para a 10ª com 111.3. Sofia, na Bulgária, é novamente a cidade européia mais barata para expatriados em 97º lugar (76.9), embora a cidade tenha subido 11 lugares no ranking geral.

 

Várias cidades européias sofreram um aumento significativo no ranking este ano, principalmente como um resultado do fortalecimento da moeda local contra o dólar americano. Por exemplo, Praga pulou da 49º para a 29ª posição (96) e Varsóvia foi para o 35º lugar (95) comparado ao 67º em 2007. Istanbul subiu 15 lugares posicionando-se no 23º (99.4), refletindo valorização da moeda local contra o dólar americano, assim como um aumento geral de preço, especialmente para moradia.

 

Além de Londres ter caído uma posição, outras duas cidades do Reino Unido, Birmingham e Glasgow, desceram no ranking, caindo de 41 para 66 (85.4) e de 36 para 69 (84), respectivamente. “Em contraste com o fortalecimento do euro e de outras moedas européias, a libra britânica permaneceu relativamente estável contra o dólar americano. Uma vez que o custo de vida na zona da Europa tem subido em relação aos EUA, as cidades do Reino Unido caíram no ranking”, de acordo com Traber.

 

Tel Aviv é novamente a cidade mais cara do Oriente Médio, ocupando a 14ª posição (105) na lista global, subindo três lugares em relação a 2007. Tanto Dubai como Abu Dhabi caíram significativamente este ano, ocupando o 52º (89.3) e 65º (85.7) lugares, respectivamente. Isso se deve principalmente à moeda local estar fixada ao dólar. A maioria das cidades africanas da pesquisa desceram no ranking com exceção de Lagos, na Nigéria, que pulou sete posições juntando-se às top 30, ficando em 30º lugar (95.9).

 

As Américas

A única cidade norte-americana classificada entre as top 50 este ano é Nova York, em 22º lugar (100), caindo sete lugares em um ano. Todas as outras cidades americanas também sofreram um declínio significativo no ranking. Por exemplo, Los Angeles passou da 42ª posição para a 55ª (87.5), Miami da 51ª para a 75ª (82) e Washington, DC, da 85ª para a 107ª (74.6).

 

O declínio das cidades americanas no ranking deve-se à desvalorização do dólar americano em relação à maioria das principais moedas do mundo. Ele tem caído de forma regular durante os últimos anos, o que resultou em uma redução geral no custo de vida de 19 cidades americanas, em relação a outras grandes cidades globais pesquisadas.

 

Por outro lado, a desvalorização do dólar americano pode servir para atrair globalmente executivos transferidos para centros comerciais como Nova York, Chicago e Los Angeles. A diferença em custo de vida pode ser significativa, particularmente para aqueles executivos com famílias.

 

Em 54º lugar (88.1), pulando 28 lugares em relação ao ano passado, Toronto é a cidade do Canadá mais cara para expatriados. Todas as outras cidades canadenses da pesquisa experimentaram subidas similares, com Vancouver movendo-se de 89 para 64 (85.8), Calgary de 92 para 66 (85.4) e Montreal de 98 para 72 com um índice de 83. Isso altera a tendência do ano passado que viu as cidades canadenses declinarem e as coloca de volta onde tradicionalmente se classificavam. O dólar canadense valorizou quase 15% contra o dólar americano, a principal razão para esses movimentos.

 

As duas cidades da América do Sul mais altas no ranking são São Paulo, em 25º lugar (97) e Rio de Janeiro, no 31º (95.2), que saltaram 37 e 33 lugares, respectivamente. O real brasileiro valorizou aproximadamente 18% contra o dólar americano no ano passado, fazendo com que essas cidades brasileiras subissem na lista. Outra região com subida acentuada é Caracas, pulando 40 lugares de 129 para 89 (79.3). A alta inflação da Venezuela causou um crescimento acentuado no preço de alimentação e produtos domésticos.

 

A América do Sul também possui algumas das cidades com as classificações mais baixas globalmente. Assunção é a cidade mais barata pelo sexto ano consecutivo (52.5), seguida por Quito, no Equador, em 142º lugar (54.6), Buenos Aires, em 138º (62.7) e Montevideo em 136º (63.2).

 

Ásia

Tóquio é a cidade asiática mais cara, ocupando o 2º lugar (127), dois lugares a mais em relação ano passado. Seoul segue na 5ª colocação (117.7) e Hong Kong em 6ª, com um índice de 117.6. Cingapura está em 13º lugar e possui um índice de 109.1. Karachi continua a ser a cidade mais barata da região, em 141º lugar e um índice de 54.7.

 

Enquanto as cidades top 5 da Ásia permanecem relativamente estáveis no ranking, algumas mudanças significativas ocorreram mais para baixo na lista. Na Índia, Mumbai subiu 4 lugares, atingindo o 48º lugar (90.3), enquanto que new Delhi subiu 13 lugares, indo para o 55º (87.5) devido ao fortalecimento da rúpia da Índia contra o dólar americano. Apesar da Índia ter experimentado inflação relativamente alta, ela aumentou a um passo semelhante à de Nova York e, portanto, teve um impacto reduzido no aumento de suas cidades no ranking. Manila subiu um total de 27 lugares, classificando-se no 110º com um índice de 73.4, principalmente como resultado dos aumentos de preço em acomodação com padrão internacional.

 

Em contrapartida, certas cidades desta região sofreram quedas significativas no ranking. Alguns exemplos são Jakarta, caindo do 55º para o 82º lugar (80.5) e Bangkok, do 95º para o 105º (75.1). No Vietnam, Hanói cai 35 lugares, classificando-se em 91º lugar (79) e Ho Chi Minh City cai 40 lugares, ocupando a 100ª posição (76.3), principalmente devido à estabilidade da moeda local contra o dólar americano. O índice baixo de inflação observado em bens nessas cidades do Vietnam comparado à Nova York tem aumentado ainda mais a diferença.
 
Austrália e Nova Zelândia

Sidney continua a ser a cidade mais cara para expatriados nessa região, subindo seis lugares no ranking geral, ocupando o 15º lugar (104.1). Melbourne segue na 36ª posição (94.2), saltando 28 lugares e Perth sobe 31 posições, classificando-se em 53º lugar (88.5).


Tanto as cidades da Austrália quanto da Nova Zelândia estão movimentando-se no ranking devido à valorização de suas moedas locais contra o dólar americano. As cidades da Nova Zelândia permanecem como a opção mais baratas para expatriados, apesar de Auckland estar em 78º (81) e Wellington em 93 (77.6).

 

Relatórios individuais são produzidos para cada cidade pesquisada. Para informações adicionais ou para aquisição dos relatórios, entre em contato com Renata Herrera, tel.: (11) 3048-4404, Denise Perassoli, tel.: (11) 3048-1895, ou e-mail humancapital.brasil@mercer.com.

 

Nota IMPORTANTE

Os valores para as comparações de custo de vida da Mercer são baseados em uma pesquisa conduzida em março deste ano. As comparações de 2008 são baseadas em uma pesquisa similar conduzida no mesmo mês de 2007. As informações são usadas por governos e grandes empresas para proteger o poder aquisitivo de seus funcionários quando transferidos para fora de seus países de origem. A escolha das cidades pesquisadas é baseada na demanda de informações destas cidades por empresas e governos.

A fonte para o crescimento real do PIB em 2007 é o World Factbook publicado pela Agência de Inteligência Central (Central Intelligence Agency).
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2003rank.html

 

Sobre a Mercer

A Mercer é líder global em prestação de serviços de consultoria, terceirização e investimento. A Mercer trabalha com clientes para solucionar seus assuntos mais complexos de capital humano e de benefícios, projetando e auxiliando a gerenciar planos de saúde, de aposentadoria e outros benefícios. A Mercer é líder em terceirização de benefícios. Os serviços de investimento da Mercer incluem consultoria de investimentos e gestão de investimentos com vários gerentes. Os 18.000 funcionários da Mercer estão situados em mais de 40 países. A empresa é uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies, Inc., que relaciona suas ações (símbolo de registro: MMC) nas bolsas de valores de Nova York, Chicago e Londres. Para mais informações, visite www.mercer.com

 

Pesquisa Mundial de Custo de Vida – Ranking Mundial 2008
(incluindo custos acomodação)

 

Os índices são baseados na base de dados de custo de vida da Mercer e são modificados para incluir custos com acomodação e refletir o peso constante e itens da cesta. Não recomendamos que expatriados utilizem os números apresentados aqui para comparar seus próprios pacotes de remuneração.

 

 

Rankings

Cidade

País

March 2008

March 2007

1

1

Moscow

Russia

2

4

Tokyo

Japan

3

2

London

UK

4

10

Oslo

Norway

5

3

Seoul

South Korea

6

5

Hong Kong

China

7

6

Copenhagen

Denmark

8

7

Geneva

Switzerland

9

9

Zurich

Switzerland

10

11

Milan

Italy

11

8

Osaka

Japan

12

13

Paris

France

13

14

Singapore

Singapore

14

17

Tel Aviv

Israel

15

21

Sydney

Australia

16

16

Dublin

Ireland

16

18

Rome

Italy

18

12

St. Petersburg

Russia

19

19

Vienna

Austria

20

20

Beijing

China

21

22

Helsinki

Finland

22

15

New York City

US

23

38

Istanbul

Turkey

24

26

Shanghai

China

25

25

Amsterdam

Netherlands

25

29

Athens

Greece

25

62

São Paulo

Brazil

28

26

Madrid

Spain

29

49

Prague

Czech Rep.

30

37

Lagos

Nigeria

31

31

Barcelona

Spain

31

64

Rio de Janeiro

Brazil

31

23

Stockholm

Sweden

34

24

Douala

Cameroon

35

67

Warsaw

Poland

36

64

Melbourne

Australia

37

39

Munich

Germany

38

45

Berlin

Germany

39

44

Brussels

Belgium

40

40

Frankfurt

Germany

41

33

Dakar

Senegal

42

28

Kiev

Ukraine

43

43

Luxembourg

Luxembourg

44

30

Almaty

Kazakhstan

45

31

Bratislava

Slovakia

46

45

Düsseldorf

Germany

46

72

Riga

Latvia

48

52

Mumbai

India

49

59

Zagreb

Croatia

50

57

Hamburg

Germany

51

35

Abidjan

Ivory Coast

52

34

Dubai

UAE

53

84

Perth

Australia

54

82

Toronto

Canada

55

42

Los Angeles

US

55

68

New Delhi

India

57

50

Algiers

Algeria

57

71

Lyon

France

57

73

Lisbon

Portugal

57

86

Brisbane

Australia

61

53

Shenzhen

China

62

60

Budapest

Hungary

63

48

Taipei

Taiwan

64

89

Vancouver

Canada

65

45

Abu Dhabi

UAE

66

41

Birmingham

UK

66

92

Calgary

Canada

68

74

Limassol

Cyprus

69

36

Glasgow

UK

70

68

Guangzhou

China

71

78

Bucharest

Romania

72

98

Montréal

Canada

73

96

Adelaide

Australia

74

118

Tehran

Iran

75

51

Miami

US

76

90

Tallinn

Estonia

77

64

Honolulu

US

78

54

San Francisco

US

78

99

Auckland

New Zealand

80

63

Beirut

Lebanon

81

80

Casablanca

Morocco

82

55

Jakarta

Indonesia

82

93

Ljubljana

Slovenia

84

58

Chicago

US

85

97

Vilnius

Lithuania

85

109

Ottawa

Canada

87

112

Bogotá

Colombia

88

77

Amman

Jordan

89

70

White Plains, NY

US

89

129

Caracas

Venezuela

91

56

Hanoi

Vietnam

92

102

Santiago

Chile

93

111

Wellington

New Zealand

94

80

Kuwait City

Kuwait

95

104

Leipzig

Germany

96

76

Accra

Ghana

97

108

Sofia

Bulgaria

98

83

Houston, TX

US

99

79

Boston, MA

US

100

60

Ho Chi Minh City

Vietnam

101

93

Cairo

Egypt

101

101

Lusaka

Zambia

103

102

Nairobi

Kenya

104

75

San Juan

Puerto Rico

105

95

Bangkok

Thailand

106

106

Kuala Lumpur

Malaysia

107

85

Washington, DC

US

108

104

Mexico City

Mexico

109

87

Atlanta, GA

US

110

137

Manila

Philippines

111

87

Morristown, NJ

US

112

91

Manama

Bahrain

113

100

Seattle, WA

US

114

114

Bandar Seri Begawan

Brunei

115

117

Lima

Peru

115

115

Denver, CO

US

117

133

Chennai (Madras)

India

118

134

Bangalore

India

119

110

Riyadh

Saudi Arabia

120

115

St. Louis, MO

US

120

121

Kingston

Jamaica

122

107

Guatemala City

Guatemala

123

130

Tianjin

China

124

124

Panama City

Panama

125

127

Blantyre

Malawi

126

113

Jeddah

Saudi Arabia

127

118

Detroit, MI

US

128

123

Portland, OR

US

129

118

Cleveland, OH

US

130

130

Colombo

Sri Lanka

131

122

Monterrey

Mexico

132

125

Dacca (Dhaka)

Bangladesh

133

128

Pittsburgh, PA

US

133

135

Tunis

Tunisia

135

126

Winston-Salem

US

136

140

Montevideo

Uruguay

137

132

Santo Domingo

Dominican Rep.

138

139

Buenos Aires

Argentina

139

138

San José

Costa Rica

140

136

Johannesburg

South Africa

141

142

Karachi

Pakistan

142

141

Quito

Ecuador

143

143

Asunción

Paraguay

 

(New York = 100)
Nota: Os indices de Custo de Vida neste press release e nesta tabela foram preparados especificamente para o propósito do press release. Os índices são baseados na base de dados de custo de vida da Mercer e são modificados para incluir acomodação e para refletir o  peso constante e itens da cesta. Os resultados podem diferir daqueles calculados para clientes da Mercer que utilizam os resultados somente para o propósito de remuneração de expatriados. Não recomendamos que expatriados utilizem os números aqui apresentados para comparar seus próprios pacotes de remuneração.

 

FONTE - Mara Ribeiro Comunicação e Jornalismo - www.mararibeiro.com.br

 

 

 

 

 

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