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Pesquisa do IBOPE Mídia traça o perfil de consumo da elite brasileira
91% da população brasileira com alto poder aquisitivo busca informações na internet antes de efetuar uma compra e 81% concordam que vale a pena pagar mais caro por produtos de qualidade.
Com o objetivo de conhecer de forma detalhada os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo, o IBOPE Mídia lança um estudo inédito que desvenda o perfil da chamada elite brasileira.
A pesquisa The Elite Consumer retrata as opiniões dos usuários de internet que figuram na camada Top 5% de alto potencial de consumo, de acordo com o padrão de Nível Socieconômico adotado pelo Target Group Index na América Latina, e além do Brasil foi realizada em países como Argentina, Colômbia e México. “Há alguns anos era latente a demanda por conhecer melhor este consumidor. Agora podemos apresentar um quadro abrangente e harmonizado deste segmento em vários países da América Latina”, afirma Roberto Lobl, diretor de negócios do IBOPE Media.
O estudo aponta que 85% deste público seleto confia na internet como fonte de informação – 91% deles buscam dados na web sobre produtos antes de efetuarem uma compra. Os brasileiros destacam-se no entendimento de que o consumo online é mais conveniente (82%), se comparados a argentinos, colombianos e mexicanos, que se mostram mais conservadores: menos da metade concorda com esta percepção.
Na hora de comprar, a maioria da população (81%) concorda que vale a pena pagar mais por produtos de qualidade e a lealdade às marcas é evidenciada por 70% dos consumidores de alto padrão no Brasil, México e Argentina. “A pesquisa traça um verdadeiro retrato do consumidor premium, que valoriza o luxo e a excelência dos produtos e marcas com que interage”, destaca Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.
Em relação a intenção de compra nos próximos 12 meses, 50% dos brasileiros apontam o aparelho Smartphone como objeto de desejo. Quando questionadas, 76% das mulheres comprariam produtos para o cuidado com a pele, 50% optariam por um computador e 45% por roupas de grife. A média de gasto dessas mulheres com cosméticos, nos últimos 12 meses, foi de R$ 733.
Já entre o público masculino destacam-se produtos como telefone celular (57%), computadores (54%), perfumes (49%) e roupas de grife (41%). Quando o tema é beleza, 50% dos homens adquiriram produtos para o cuidado com a pele para consumo próprio e 35% para dar de presente. O gasto médio anual masculino com presentes desta categoria é de R$ 616, enquanto o feminino é de R$300.
A população retratada pelo The Elite Consumer possui alta taxa de uso de serviços bancários e faz ampla utilização dos autosserviços financeiros: 63% deles usam home banking, enquanto 56% delas usufruem da ferramenta – 49% do público masculino utiliza o caixa eletrônico contra 45% das mulheres e o índice de acesso via internet pelo celular é de 6% para eles e 4% para elas. Metodologia: O estudo The Elite Consumer é aferido com o mesmo padrão metodológico na Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas de 20 a 64 anos, que representam o top 5% em nível sócio-econômico e que tenham acessado a internet nos últimos 3 meses.
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Pesquisa revela: 84% dos cafés da manhã têm fruta
19/10/2009 - Curiosidade. Esta é a percepção que turistas estrangeiros apontam quando apresentados a frutas como o caju, a goiaba e o açaí. Os dados foram mensurados durante a última edição da pesquisa do projeto Brazilian Fruit - iniciativa do Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (APEX- Brasil), realizada em 2008. A análise integra a ação Turismo Saudável, campanha que promove a degustação de frutas brasileiras para visitantes que acompanham a etapa brasileira do grande prêmio de Fórmula 1.
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95% das buscas na internet no Brasil são feitas através do Google, aponta Serasa Experian Hitwise As 42 ferramentas de busca restantes apresentaram
Buscas com mais palavras aumentaram em Setembro
Google é a maior fonte de tráfego para importantes setores no Brasil
71% das buscas na internet são feitas
Buscas com mais palavras aumentaram em Setembro
Google é a maior fonte de tráfego para importantes setores nos Estados Unidos
Serasa Experian Hitwise no Brasil
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IBOPE Mídia desvenda hábitos de consumo de mídia na era da convergência
Estudo Conectmídia revela que 70% da população paulistana indica o celular como item prioritário no dia-a-dia e 30% são a favor da propaganda no aparelho
São Paulo, 6 de outubro de 2009 – O cenário contemporâneo é marcado pela convergência das mídias, pela alta tecnologia e pela disseminação de vasta quantidade de informação. Pensando na conexão entre pessoas, marcas e meios, o IBOPE Mídia apresenta o estudo inédito Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência.
Destaque no MaxiMídia 2009, maior evento brasileiro do segmento que acontece em São Paulo, entre os dias 6 e 8 de outubro, a pesquisa propõe uma reflexão sobre os impactos da chamada era do conhecimento. “A conectividade leva os usuários a um patamar de participação nunca antes imaginado. As personagens dessa nova história interagem, disseminam conteúdo, intervêm e opinam com muito mais vigor e velocidade”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do IBOPE Mídia.
Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia, destaca que o espectador transformou-se em colaborador com a evolução das formas de comunicação. “As pessoas reportam novidades e trocam informações, mas o que as diferencia é o potencial de influência e decisão em seu círculo de relacionamentos”, explica.
A exposição múltipla aos meios revela consumidores mais exigentes, bem informados e concorridos: 81% deles importam-se mais com a qualidade da informação do que onde a encontram. “O conteúdo torna-se o grande protagonista, independente da plataforma em que está exposto”, expõe Juliana. “Para conectar-se à nova realidade é necessário interagir com o tempo que é escasso, lidar com o volume de informações que é crescente, monitorar o padrão de consumo que é dinâmico e desvendar os desejos que estão cada vez mais singulares”, completa.
Informação A pesquisa Conectmídia aponta que 53% das pessoas sentem-se pressionadas com a quantidade de informação disponível nos dias atuais. Junto ao público feminino, este índice é de 56%.
Dois terços da população, porém, afirma que conseguem absorver toda a informação e tecnologia disponíveis, principalmente, entre o público jovem de até 24 anos. “Transformar quantidade em qualidade e excesso em aprendizado são os grandes desafios”, destaca Dora.
Tempo A interação com esse crescente volume de dados envolve questões como instantaneidade e tempo, elemento que estará, segundo praticamente metade da população paulistana (46%), escasso em 2020. Na lista de limitações constam ainda recursos naturais( 81%), saúde (65%) e trabalho (56%).
A identificação com a frase “Sinto meus dias passarem muito mais rápido do que antigamente” é comum a 90% das pessoas. Entre as mulheres e jovens entre 25 e 34 anos, esse índice cresce para 93%.
A busca da individualidade é determinada como resposta à fluidez e extinção do tempo: 86% gostariam de ter mais tempo para si.
Comportamento midiático No que diz respeito ao consumo das mídias, 82% da população paulistana afirma dedicar-se a um meio de cada vez. Entre os consumidores jovens, porém, a convergência de outros meios com a internet é representativa: quase metade deles acessam a web enquanto assistem à TV ou enquanto ouvem rádio. Outra realidade latente para o público de 18 a 24 anos é o download de filmes e séries: 45% possuem esse hábito, contra uma média de 22%.
Já o público adulto de 25 a 34 anos, além de ser mais preocupado com a qualidade da informação, destaca-se no consumo simultâneo de mídia impressa e televisão, e também de mídia impressa e rádio. “O consumo simultâneo de mídia é inevitável e já faz parte da rotina de uma parcela considerável da população. A sinergia entre os meios de comunicação é fundamental”, destaca Dora.
Consumo Entre as necessidades que imprimem ritmo às mudanças no padrão de consumo, o celular tem papel fundamental. Na lista de itens mais importantes no dia-a-dia figuram como prioridade a televisão (77%), o telefone celular (70%), o computador com acesso à internet (58%) e o rádio (46%), respectivamente. Do total da população, 30% são a favor da propaganda no celular. “O aparelho celular firma-se cada vez mais como uma multiplataforma de comunicação”, afirma Juliana.
Jovens, internet e as redes de relacionamentos Os relacionamentos pessoais são cada vez mais importantes na era da convergência e as redes sociais são plataformas de grande expressão: 45% das pessoas acreditam que elas já fazem parte da rotina. Este índice sobe para 72% entre os jovens de 18 a 24 anos e 49% para o público masculino.
A preferência pelos relacionamentos virtuais em relação aos interpessoais é realidade para 16% dos consumidores, que concordam com a questão “Prefiro falar com meus amigos/ família/ colegas de trabalho por computador a falar pessoalmente”. Junto ao público jovem entre 10 e 17 anos, este índice é de 29% e dois terços deles utilizam regularmente serviços de mensagens instantâneas.
Entre as principais categorias comentadas pelos jovens na internet figuram: celular, eletroeletrônico, roupas, automóvel, vida saudável e alimentos.
Supermodernidade Para compor a fotografia da supermodernidade, o estudo considera dois eixos que caracterizam o universo contemporâneo: informação e tecnologia, que ao interagirem com hábitos e comportamentos subdividem-se em quatro pilares: muita informação, pouca informação, alto nível de tecnologia e baixa tecnologia (ver tabela 1). A distância que separa um segmento dos outros é reflexo da predisposição em participar ou não do movimento contemporâneo.
O estudo também capturou quais os desejos dos públicos a partir dos perfis de informação e tecnologia. Os produtos de uso individual, por exemplo, figuram no topo do ranking dos indivíduos alta informação, alta tecnologia.
Acesse o estudo “Conectmídia: Hábitos de consumo de mídia na era da convergência” na íntegra no site www.ibope.com/conectmidia
Descrição metodológica:
Target Group Index
Pesquisa Especial Conectvidade
IBOPE Nielsen Online
Sobre o IBOPE
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Brasileiros acessam menos sites pornôs do que os americanos: crescimento das redes virtuais sociais é uma das causas
Bill Tancer, o maior especialista em comportamento on-line do mundo,
1º de Setembro de 2009 - No Brasil 4% das pessoas que acessam internet procuram sites de conteúdo adulto, nos EUA o número é quase o dobro, 7%. Uma das causas para o menor interesse sobre o assunto no Brasil é o crescimento das redes sociais virtuais, como o Orkut, o Twitter e o Facebook. Esse é o resultado de um estudo apresentado hoje pelo renomado especialista em comportamento on-line, Bill Tancer, autor do best-seller “Click: o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e porque isso é importante”.
Tancer apresentou a palestra “Hitwise e o comportamento do consumidor on-line no Brasil e no mundo” durante o lançamento da solução Serasa Experian Hitwise, pioneira no Brasil, é líder em inteligência competitiva na internet. O evento ocorreu no Hotel Intercontinental, zona Sul de São Paulo. Por meio da solução, as empresas podem fortalecer sua atuação no mercado on-line, mapear e analisar o desempenho de seus concorrentes, buscar novas oportunidades e maximizar a performance de seus negócios. O produto também proporciona uma análise do comportamento do consumidor on-line, traçando preferências e interesses.
Tancer é diretor Mundial de Pesquisa da Experian Hitwise. A ferramenta é um grande sucesso da Experian em diversos países e foi trazida ao Brasil pela unidade de negócios Marketing Services, da Serasa Experian.
Durante a apresentação, Tancer afirmou que, desde 2007, verifica uma queda do acesso a sites pornográficos, enquanto cresce o uso das redes sociais virtuais. O fenômeno foi verificado nos países nos quais existe o Hitwise. Nos EUA, por exemplo, país no qual o produto tem base histórica, constatou-se que 7% das pessoas, que acessam a internet hoje, buscam sites de conteúdo adulto. Esse percentual no passado era 16%, e apresenta pequeno crescimento nos meses de inverno. Tancer destaca que no Brasil, os sites de relacionamento têm 62% do tráfego da internet.
O especialista apresentou ainda interessantes números da busca dos brasileiros por informações sobre a gripe A (H1N1), que de 27 de junho, quando a imprensa divulgava que “medo da gripe suína causa corrida a hospitais“, até 22 de agosto, cresceu 314%. A procura por dietas para perda de peso também chamou a atenção, teve alta de 76% no período de 20 de junho a 22 de agosto deste ano.
Os sites mais acessados no Brasil foi outro destaque da apresentação de Bill Tancer. Veja o ranking dos mais acessados: 1º Google Brasil
Juliano Marcilio, presidente da Serasa Experian Marketing Services, falou durante o evento sobre as análises que o produto proporciona e destacou que a ascensão das tecnologias digitais gerou uma verdadeira revolução na forma como as empresas se relacionam com seus clientes. “Se, por um lado, esse contexto resulta no incremento da complexidade de se gerenciar o relacionamento com o cliente, por outro, gera inúmeras oportunidades no que se refere à captação de informações do comportamento deste público na web”, afirmou.
O encontro promovido pela Serasa Experian contou com a participação de líderes empresariais dos principais setores do País, e teve como objetivo a reflexão sobre esse contexto e a apresentação de algumas soluções desenvolvidas e implementadas em outros países com foco em inteligência competitiva na web.
Hitwise O Hitwise é uma ferramenta de inteligência competitiva online fornecida pela Serasa Experian que analisa a interação de 25 milhões de pessoas em mais de 1 milhão de sites no mundo e permite a seus clientes entender seu desempenho online em comparação com seu setor de atuação e concorrentes, além de fornecer insights sobre o comportamento do consumidor na internet. O produto coleta informações sobre a utilização da internet, de forma anônima e agregada, a partir de parcerias com painéis opt-in, obedecendo às leis de privacidade locais e internacionais. O compromisso do Hitwise é auditado pela PricewaterhouseCoopers.
Atualmente, o Hitwise fornece informações sobre a interação de 90 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil. O Hitwise possui cerca de 1.500 clientes no mundo e está presente nos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Cingapura e Hong Kong.
A solução conta com instrumentos capazes de proporcionar diferentes análises do comportamento do consumidor e do desempenho das empresas na internet, como os Rankings, que proporcionam uma visão instantânea dos principais concorrentes e dos websites mais populares em cerca de 80 setores da economia ou ainda em categorias personalizadas. O Search Intelligence®, uma poderosa ferramenta de busca por palavras-chaves, avalia, de forma abrangente, como as pessoas procuram e se tiveram sucesso na busca por produtos e serviços e o Clickstream, que produz relatórios completos sobre o tráfego de entrada e saída para um site específico, um setor ou uma categoria personalizada.
Fonte: Assessoria de Imprensa Serasa Experian
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Internet no Brasil cresceu 10% no mês de julho
Número de usuários ativos chegou a 36,4 milhões no trabalho e em residências; o acesso em todos os ambientes já atinge 64,8 milhões de pessoas
No mês de julho de 2009, 36,4 milhões de pessoas usaram a internet no trabalho ou em residências, o que significa um crescimento de 10% sobre os 33,2 milhões registrados no mês de junho. O tempo médio de uso continuou crescendo e atingiu as marcas de 71 horas e 30 minutos de tempo total, incluindo aplicativos, e de 48 horas e 26 minutos, considerando somente navegação em páginas. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões.
Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet no trabalho e em domicílios, Brasil – junho e julho/2009
Fonte: IBOPE Nielsen Online *Além da navegação em páginas, inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download, de voz sobre IP, entre outros.
Entre os internautas residenciais, o número de usuários ativos chegou a 27,5 milhões de pessoas, um crescimento de 7,4% em relação aos 25,6 milhões do mês anterior e de 8% sobre os 23,7 milhões de julho de 2008. O tempo de navegação em residências em julho cresceu 9% sobre junho e 21% sobre julho de 2008, e atingiu a marca inédita de 30 horas e 13 minutos por pessoa. O número de pessoas que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet é de 40,2 milhões.
Tempo de navegação por pessoa, número de usuários ativos e número de pessoas com acesso – internet em domicílios, Brasil – junho e julho/2009
Fonte: IBOPE Nielsen Online
Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE passou a indicar a existência de 64,8 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).
Na navegação no trabalho e em residências, as categorias com maior crescimento proporcional do número de usuários em julho na comparação com junho foram Viagens e Turismo, com evolução de 17,3%, Automotivo, com aumento de 16,8%, e Casa e Moda, com crescimento mensal de 15,7%.
Número de usuários ativos e número de pessoas com acesso, por ambiente, Brasil – em milhões
Em tempo de navegação por pessoa, as categorias que mais cresceram foram Entretenimento, com 13,3%, Buscadores, Portais e Comunidades, com 10,8%, e Telecomunicações e Serviços de Internet, com 9,5%. “Sites de redes sociais, de comunicação e de entretenimento foram os que mais contribuíram para o crescimento do tempo médio de uso do internauta brasileiro no mês de julho”, informou José Calazans, analista de Mídia do IBOPE Nielsen Online.
Tempo de navegação por pessoa* (hh:mm:ss) – internet no trabalho e em domicílios, Brasil e nove países – julho/2009
Fonte: IBOPE Nielsen Online *O tempo de uso total inclui o tempo gasto em aplicativos on-line, como messengers, tocadores de música, programas de download e voz sobre IP, entre outros; na Suíça, a medição é feita apenas em residências
“A subcategoria com maior tempo médio, Mensagens Instantâneas, chegou a 7 horas e 49 minutos por pessoa, ao crescer 8% em julho, seguida por Comunidades, em que se classificam as redes sociais, que chegou a 4 horas e 57 minutos por pessoa, com crescimento de 15% no mês”, disse Calazans.
Entre os dez países em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua com o maior tempo por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas online. Sobre o IBOPE Nielsen OnlineO IBOPE Nielsen Online é uma joint-venture entre o IBOPE Media e a Nielsen Online, líder mundial em mensuração do comportamento dos usuários da internet. A empresa está presente em dez países, por meio do maior painel de internautas do mercado, com mais de 200 mil colaboradores (16.240 no Brasil, em julho). Por meio de uma tecnologia proprietária, é capaz de medir o comportamento dos usuários, bem como a atividade publicitária online, e fornecer dados sobre a internet mundial. Mais informações em www.ibope.com.br.
Sobre o IBOPEMultinacional brasileira de capital privado, o IBOPE é uma das maiores empresas de pesquisa de mercado da América Latina fornecendo há mais de 65 anos um amplo conjunto de informações e estudos sobre os mais variados temas, como mídia, opinião pública, intenção de voto, consumo, marca, comportamento e mercado. O Grupo, que ocupa atualmente a 18ª posição entre as 25 maiores empresas de pesquisa do mundo (segundo o hanking Honomichl Top 25 Global Research Organization), é composto por duas grandes empresas, IBOPE Media e IBOPE Inteligência, além de possuir participação acionária importante na Millward Brown do Brasil. Em 2000, o IBOPE criou o Instituto Paulo Montenegro, organização sem fins lucrativos que atua de maneira focada e com prioridade definida no campo da educação. O Instituto desenvolve e dissemina projetos que têm como base o know-how em pesquisa das empresas do Grupo e a credibilidade conquistada ao longo do tempo.
Fonte: Assessoria de Comunicação IBOPE - Ketchum Estratégia
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Com Nova York considerada como a cidade-base da pesquisa com 100 pontos, Moscou ficou com 142.4 e é quase três vezes mais cara do que Assunção, com um índice de 52.5. Ao contrário da tendência observada no ano passado, a diferença entre a cidade mais cara e a mais barata do mundo parece agora estar aumentando.
A Pesquisa da Mercer cobre 143 cidades de seis continentes e mede o custo comparativo de mais de 200 itens em cada localidade, incluindo acomodação, transporte, alimentação, vestuário, bens domésticos duráveis e entretenimento. É a pesquisa de custo de vida mais abrangente do mundo, sendo utilizada para ajudar empresas multinacionais e governos a determinar auxílios de remuneração para seus funcionários expatriados.
Yvonne Traber, gerente de pesquisa e diretora da Mercer, localizada em Genebra, comentou: “As condições atuais do mercado têm levado ao enfraquecimento do dólar americano que, juntamente com o fortalecimento do Euro e de muitas outras moedas, causou mudanças significativas no ranking deste ano.” Ela acrescentou: “Embora as cidades tradicionalmente caras da Europa Ocidental e Ásia ainda permaneçam entre as 20 primeiras, cidades da Europa Oriental, Brasil e Índia subiram na lista. Por outro lado, alguns locais como Estocolmo e Nova York aparecem agora menos caras na comparação. Nossa pesquisa confirma a tendência global em aumentos de preço para certos gêneros alimentícios e gasolina, ainda que o aumento não seja consistente em todos os locais. Isso é parcialmente balanceado pelo declínio de preços em algumas mercadorias como eletro-eletrônicos e outros utensílios domésticos. Atribuímos isso a importações mais baratas de países desenvolvidos, especialmente a China, e a avanços na tecnologia.”
“Manter-se informado sobre as mudanças em custo de vida para expatriados é essencial para a empresa assegurar que seus empregados estão sendo remunerados de forma justa e competitiva quando estão fora de seu país,” observou Traber.
Europa, Oriente Médio e África Moscou é a cidade mais cara tanto da Europa quanto globalmente pelo terceiro ano consecutivo. A classificação da cidade tem aumentado regularmente durante os últimos anos e apresenta hoje 142.4 pontos (comparados a 134.4 em 2007 e 123.9 em 2006).” A posição de Moscou como o local mais caro para moradia de expatriado tem sido fortalecida pela valorização do rublo contra o dólar americano e o contínuo aumento de custos com moradia,” mencionou Traber.
Londres é a próxima cidade européia no ranking ocupando a 3ª posição (125 pontos), caindo uma em relação ao ano passado, enquanto Oslo subiu seis lugares, ocupando o 4º com 118.3 pontos. “Os preços de propriedades na Noruega estavam em alta até o final do ano passado após 50% de aumento nos últimos cinco anos. Acompanhado do fortalecimento contínuo da moeda norueguesa, isso tem criado um crescimento substancial em custo de vida para expatriados em Oslo,” complementou Traber.
Outras cidades européias entre as top 10 globais incluem Copenhaguem, em 7º (117.2), e Genebra, em 8º (115.8). Ambas as cidades caíram um lugar em relação ao ano passado. Zurique permanece na 9ª posição (112.7), enquanto que Milão subiu uma, indo para a 10ª com 111.3. Sofia, na Bulgária, é novamente a cidade européia mais barata para expatriados em 97º lugar (76.9), embora a cidade tenha subido 11 lugares no ranking geral.
Várias cidades européias sofreram um aumento significativo no ranking este ano, principalmente como um resultado do fortalecimento da moeda local contra o dólar americano. Por exemplo, Praga pulou da 49º para a 29ª posição (96) e Varsóvia foi para o 35º lugar (95) comparado ao 67º em 2007. Istanbul subiu 15 lugares posicionando-se no 23º (99.4), refletindo valorização da moeda local contra o dólar americano, assim como um aumento geral de preço, especialmente para moradia.
Além de Londres ter caído uma posição, outras duas cidades do Reino Unido, Birmingham e Glasgow, desceram no ranking, caindo de 41 para 66 (85.4) e de 36 para 69 (84), respectivamente. “Em contraste com o fortalecimento do euro e de outras moedas européias, a libra britânica permaneceu relativamente estável contra o dólar americano. Uma vez que o custo de vida na zona da Europa tem subido em relação aos EUA, as cidades do Reino Unido caíram no ranking”, de acordo com Traber.
Tel Aviv é novamente a cidade mais cara do Oriente Médio, ocupando a 14ª posição (105) na lista global, subindo três lugares em relação a 2007. Tanto Dubai como Abu Dhabi caíram significativamente este ano, ocupando o 52º (89.3) e 65º (85.7) lugares, respectivamente. Isso se deve principalmente à moeda local estar fixada ao dólar. A maioria das cidades africanas da pesquisa desceram no ranking com exceção de Lagos, na Nigéria, que pulou sete posições juntando-se às top 30, ficando em 30º lugar (95.9).
As Américas A única cidade norte-americana classificada entre as top 50 este ano é Nova York, em 22º lugar (100), caindo sete lugares em um ano. Todas as outras cidades americanas também sofreram um declínio significativo no ranking. Por exemplo, Los Angeles passou da 42ª posição para a 55ª (87.5), Miami da 51ª para a 75ª (82) e Washington, DC, da 85ª para a 107ª (74.6).
O declínio das cidades americanas no ranking deve-se à desvalorização do dólar americano em relação à maioria das principais moedas do mundo. Ele tem caído de forma regular durante os últimos anos, o que resultou em uma redução geral no custo de vida de 19 cidades americanas, em relação a outras grandes cidades globais pesquisadas.
Por outro lado, a desvalorização do dólar americano pode servir para atrair globalmente executivos transferidos para centros comerciais como Nova York, Chicago e Los Angeles. A diferença em custo de vida pode ser significativa, particularmente para aqueles executivos com famílias.
Em 54º lugar (88.1), pulando 28 lugares em relação ao ano passado, Toronto é a cidade do Canadá mais cara para expatriados. Todas as outras cidades canadenses da pesquisa experimentaram subidas similares, com Vancouver movendo-se de 89 para 64 (85.8), Calgary de 92 para 66 (85.4) e Montreal de 98 para 72 com um índice de 83. Isso altera a tendência do ano passado que viu as cidades canadenses declinarem e as coloca de volta onde tradicionalmente se classificavam. O dólar canadense valorizou quase 15% contra o dólar americano, a principal razão para esses movimentos.
As duas cidades da América do Sul mais altas no ranking são São Paulo, em 25º lugar (97) e Rio de Janeiro, no 31º (95.2), que saltaram 37 e 33 lugares, respectivamente. O real brasileiro valorizou aproximadamente 18% contra o dólar americano no ano passado, fazendo com que essas cidades brasileiras subissem na lista. Outra região com subida acentuada é Caracas, pulando 40 lugares de 129 para 89 (79.3). A alta inflação da Venezuela causou um crescimento acentuado no preço de alimentação e produtos domésticos.
A América do Sul também possui algumas das cidades com as classificações mais baixas globalmente. Assunção é a cidade mais barata pelo sexto ano consecutivo (52.5), seguida por Quito, no Equador, em 142º lugar (54.6), Buenos Aires, em 138º (62.7) e Montevideo em 136º (63.2).
Ásia Tóquio é a cidade asiática mais cara, ocupando o 2º lugar (127), dois lugares a mais em relação ano passado. Seoul segue na 5ª colocação (117.7) e Hong Kong em 6ª, com um índice de 117.6. Cingapura está em 13º lugar e possui um índice de 109.1. Karachi continua a ser a cidade mais barata da região, em 141º lugar e um índice de 54.7.
Enquanto as cidades top 5 da Ásia permanecem relativamente estáveis no ranking, algumas mudanças significativas ocorreram mais para baixo na lista. Na Índia, Mumbai subiu 4 lugares, atingindo o 48º lugar (90.3), enquanto que new Delhi subiu 13 lugares, indo para o 55º (87.5) devido ao fortalecimento da rúpia da Índia contra o dólar americano. Apesar da Índia ter experimentado inflação relativamente alta, ela aumentou a um passo semelhante à de Nova York e, portanto, teve um impacto reduzido no aumento de suas cidades no ranking. Manila subiu um total de 27 lugares, classificando-se no 110º com um índice de 73.4, principalmente como resultado dos aumentos de preço em acomodação com padrão internacional.
Em contrapartida, certas cidades desta região sofreram quedas significativas no ranking. Alguns exemplos são Jakarta, caindo do 55º para o 82º lugar (80.5) e Bangkok, do 95º para o 105º (75.1). No Vietnam, Hanói cai 35 lugares, classificando-se em 91º lugar (79) e Ho Chi Minh City cai 40 lugares, ocupando a 100ª posição (76.3), principalmente devido à estabilidade da moeda local contra o dólar americano. O índice baixo de inflação observado em bens nessas cidades do Vietnam comparado à Nova York tem aumentado ainda mais a diferença. Sidney continua a ser a cidade mais cara para expatriados nessa região, subindo seis lugares no ranking geral, ocupando o 15º lugar (104.1). Melbourne segue na 36ª posição (94.2), saltando 28 lugares e Perth sobe 31 posições, classificando-se em 53º lugar (88.5).
Relatórios individuais são produzidos para cada cidade pesquisada. Para informações adicionais ou para aquisição dos relatórios, entre em contato com Renata Herrera, tel.: (11) 3048-4404, Denise Perassoli, tel.: (11) 3048-1895, ou e-mail humancapital.brasil@mercer.com.
Nota IMPORTANTE Os valores para as comparações de custo de vida da Mercer são baseados em uma pesquisa conduzida em março deste ano. As comparações de 2008 são baseadas em uma pesquisa similar conduzida no mesmo mês de 2007. As informações são usadas por governos e grandes empresas para proteger o poder aquisitivo de seus funcionários quando transferidos para fora de seus países de origem. A escolha das cidades pesquisadas é baseada na demanda de informações destas cidades por empresas e governos. A fonte para o crescimento real do PIB em 2007 é o World Factbook publicado pela Agência de Inteligência Central (Central Intelligence Agency).
Sobre a Mercer A Mercer é líder global em prestação de serviços de consultoria, terceirização e investimento. A Mercer trabalha com clientes para solucionar seus assuntos mais complexos de capital humano e de benefícios, projetando e auxiliando a gerenciar planos de saúde, de aposentadoria e outros benefícios. A Mercer é líder em terceirização de benefícios. Os serviços de investimento da Mercer incluem consultoria de investimentos e gestão de investimentos com vários gerentes. Os 18.000 funcionários da Mercer estão situados em mais de 40 países. A empresa é uma subsidiária integral da Marsh & McLennan Companies, Inc., que relaciona suas ações (símbolo de registro: MMC) nas bolsas de valores de Nova York, Chicago e Londres. Para mais informações, visite www.mercer.com
Pesquisa Mundial de Custo de Vida – Ranking Mundial 2008
Os índices são baseados na base de dados de custo de vida da Mercer e são modificados para incluir custos com acomodação e refletir o peso constante e itens da cesta. Não recomendamos que expatriados utilizem os números apresentados aqui para comparar seus próprios pacotes de remuneração.
(New York = 100)
FONTE - Mara Ribeiro Comunicação e Jornalismo - www.mararibeiro.com.br
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